Após valorização de 114% em 35 dias, o Bitcoin supera US$ 12.000. Ainda dá tempo para aproveitar a alta?

Nos últimos 3 meses, o BTC teve um desempenho impressionante, quebrando sucessivamente os níveis de US$ 4 mil, US$ 6 mil e US$ 8 mil, e finalmente chegando a US$ 10 mil no dia 22 de junho. Após correções de curto prazo, a criptomoeda continuou ganhando força e subiu acima de US$ 12 mil.

Por que o BTC está valorizando tanto?

A forte alta do BTC nos últimos dias é resultado da estimulação das notícias positivas do mercado:

  • Foi divulgado o whitepaper da Libra criada pela Facebook no dia 18 de junho, fortalecendo a confiança do mercado. Sendo uma das maiores empresas do mundo o Facebook possui mais de 2,7 bilhões de usuários, sendo assim, não há dúvida alguma que a sua atuação inicial no âmbito de criptomoedas vai chamar atenção de todo o mundo, atraindo cada vez mais capital para o mercado.

  • O FATF (Grupo de Ação Financeira Internacional) descreveu seu trabalho sobre padrões de criptomoedas e atualizou sua orientação para a supervisão e monitoramento de serviços de ativos digitais no seu relatório de abril ao G20. Isto, de certa forma, incentiva a presença das instituições financeiras no setor de ativos digitais.

  • Após a sinalização da redução de juros pelo FED (Banco Central dos Estados Unidos), os ativos de risco, incluindo o Bitcoin, ganharam força devido à especulação sobre o afrouxamento monetário e aumento de liquidez.

Qual será o cenário futuro?

Uma acrescência de atuação de instituições financeiras

Cada vez mais instituições financeiras estão apostando no mercado de ativos digitais, entre as quais a exchange Bakkt, afiliada à NYSE (Bolsa de Valores de Nova Iorque), que testará seu produto de futuros a partir de julho e começará a operar contrato de futuros entre agosto e setembro. 

No outro lado, a gigante americana Fidelity Investments, uma das maiores gestoras de investimento do mundo abrirá a negociação de BTC em breve.

Valorização empurrada pelo FOMO

O medo de ficar por fora (FOMO, sigla para “Fear of Missing out”) dos investidores trouxe o Bitcoin para um novo patamar após forte valorização da moeda.

Em novembro de 2017, o Bitcoin rompeu robustamente US$ 15 mil apenas em 10 dias após ter atingido a resistência de US$ 10 mil.

Após o Bitcoin ter superado e consolidado ganhos da importante barreira psicológica de US$ 10 mil, o efeito do FOMO começou fermentando novas valorizações da moeda.

Se ele conseguir subir acima do nível de resistência mais elevado de US$ 20 mil (dez/2017), uma nova onda do FOMO pode fazer a moeda bater seu recorde histórico.

 3° halving do Bitcoin

O 3° halving do Bitcoin programado para 21 de maio de 2020 é outro fator significativo que pode contribuir para seu robusto desempenho.

A cada 4 anos, a remuneração para mineração do BTC sofre uma redução de 50%, fazendo com que seu preço aumente.

Cronograma 

do Halving do BTC

Cotação no momento Cotação 1 ano mais tarde Valorização
novembro de 2012 US $ 2,55 US $ 1.037 40.566%
julho de 2016 US $ 268 US $ 2.525 842,16%
maio de 2020
  • Em 2012, o preço do BTC antes do 1° halving era de US$ 2,55 e subiu para US$ 1.037 um ano após a redução, uma valorização de 40.500%
  • O 2° halving ocorreu em julho de 2016, um ano mais tarde, o Bitcoin chegou em US$ 2.525, 10 vezes maior comparado com US$ 268 antes da 2a redução de remuneração.
  • Se seguirmos a hipótese conservadora de uma valorização de 1.000%, o preço do Bitcoin pode bater US$ 100.000 após o 3° halving e investidores podem obter  uma lucratividade altíssima de cerca de 1.000%.

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